A Diagonal esteve presente em um dos principais fóruns de discussão sobre sustentabilidade e inovação na indústria farmacêutica brasileira. Representando a empresa, Sarah Antunes, coordenadora de Licenciamento Ambiental da Diagonal, participou do 1º IFA Summit ABIFINA 2026 e do ABIFINA Talks, compartilhando reflexões sobre os desafios e oportunidades da agenda ESG na produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs).
Realizado nos dias 7 e 8 de abril, no Parque Tecnológico da UFRJ, no Rio de Janeiro, o evento reuniu especialistas, lideranças e representantes do setor para discutir temas relacionados à inovação, competitividade, regulação e sustentabilidade na cadeia produtiva dos IFAs.
Durante o painel “Sustentabilidade e economia circular na produção de IFAs”, Sarah abordou como indicadores ambientais, sociais e de governança podem contribuir para decisões mais responsáveis, apoiar a redução de impactos e fortalecer a integração da agenda ESG aos processos produtivos. A discussão teve continuidade no ABIFINA Talks, que aprofundou temas relacionados à sustentabilidade na indústria farmoquímica.

ESG como ferramenta de gestão
Ao longo dos debates, Sarah destacou que a indústria farmacêutica enfrenta desafios específicos em sustentabilidade, em razão de processos produtivos que demandam energia, água, gestão de resíduos, controle de efluentes e atenção constante aos riscos socioambientais.
Entre os indicadores apontados como relevantes para o setor estão as emissões de gases de efeito estufa, o consumo e a eficiência hídrica, a matriz energética, a concentração de substâncias em efluentes, as taxas de reciclagem, a logística reversa e a gestão de resíduos.
Segundo ela, quando incorporados à estratégia organizacional, esses indicadores podem apoiar decisões relacionadas a investimentos, adoção de tecnologias mais limpas, seleção de fornecedores, certificações, relatórios de sustentabilidade e práticas de governança.

Sustentabilidade integrada aos processos organizacionais
Outro tema abordado foi a necessidade de integrar aspectos ambientais, sociais e de governança às rotinas e processos das organizações.
Durante sua participação, Sarah observou que muitas empresas já monitoram informações relacionadas ao meio ambiente, à saúde e segurança ocupacional e à governança corporativa, mas ainda enfrentam desafios para consolidar esses dados em uma estratégia integrada.
A discussão também abordou a importância da transparência e da consistência das informações utilizadas para orientar ações de sustentabilidade, de forma a garantir que compromissos assumidos pelas organizações sejam efetivamente incorporados às suas práticas.
Economia circular e gestão de resíduos
No ABIFINA Talks, um dos temas centrais foi a economia circular aplicada à produção de IFAs. Sarah destacou a importância de diferenciar resíduos e rejeitos, ressaltando que muitos materiais podem ser reaproveitados, reciclados, coprocessados ou reinseridos em cadeias produtivas antes de serem destinados à disposição final.
A reflexão reforçou a relevância de práticas alinhadas à economia circular e à gestão adequada de resíduos, contribuindo para a redução de impactos ambientais e para o uso mais eficiente de recursos.
Sustentabilidade, inovação e competitividade
Os debates também evidenciaram a relação entre sustentabilidade, inovação e competitividade na indústria farmacêutica. Segundo Sarah, o avanço da agenda ESG depende da articulação entre empresas, centros de pesquisa, consultorias, entidades setoriais e poder público.
Nesse contexto, a sustentabilidade foi apresentada como um elemento associado à eficiência operacional, à inovação e à capacidade das organizações de responder aos desafios ambientais e sociais contemporâneos.

Regulação, inovação e competitividade
Outro ponto abordado nos debates foi a importância de alinhar sustentabilidade, inovação e regulação. Para Sarah, o avanço da agenda ESG no setor depende da articulação entre empresas, consultorias, centros de pesquisa, entidades setoriais e poder público.
Esse alinhamento é especialmente importante em uma cadeia produtiva estratégica para o país, na qual a produção nacional de IFAs se conecta à inovação, à segurança sanitária, à competitividade industrial e à redução de impactos socioambientais.
Nesse contexto, a sustentabilidade não deve ser vista apenas como custo ou exigência reputacional, mas como parte das decisões de negócio, da eficiência operacional e da construção de uma indústria mais preparada para os desafios ambientais e sociais contemporâneos.
Assista ao episódio completo: EPISÓDIO 5 – ABIFINA TALKS | Sustentabilidade na produção de IFAs

Contribuição da Diagonal para agendas estratégicas
A participação de Sarah Antunes no IFA Summit ABIFINA 2026 e no ABIFINA Talks reforça a atuação da Diagonal em temas relacionados à sustentabilidade corporativa, ao licenciamento ambiental e à gestão socioambiental.
Ao contribuir para debates sobre ESG, economia circular e gestão de impactos, a empresa amplia sua participação em discussões estratégicas voltadas ao desenvolvimento de práticas mais sustentáveis e à integração de critérios ambientais, sociais e de governança nos processos de tomada de decisão.